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Tomás Antônio Gonzaga foi um poeta brasileiro, patrono da cadeira no 37 da Academia Brasileira de Letras. Nasceu no dia 11 de agosto de 1744 em Miragaia, na cidade do Porto em Portugal. E morreu em 1810,com 66 anos, na ilha de Moçambique em Moçambique.

Seu nome arcádico era Dirceu, foi um jurista, poeta e ativista político luso-brasileiro. Era conhecido em escolas e universidades como:" Marília de Dirceu"(Ariane Fernandes 102)

A poesia de Tomás Antônio Gonzaga apresenta as típicas características árcades e neoclássicas : o pastoril ,o bubólico ,a natureza amena ,o equlíbrio .Paralelamente possui características pré-românicas : confissões de sentimento pessoal ,ênfase emotiva estranha aos padrões do neoclassicismo ,descrições de paisagens brasileiras.(Geraldo Alves Neto 107)

Marília

Marilia vestida para o casamento

Lira XVIII, Parte 1. Marília de DirceuEditar

Não vês aquele velho respeitável,Editar

Que, já ñ sobe mais Editar

Apenas mal se move e mal se arrasta com desejo?Editar

Oh! Quanto estrago não lhe fez o tempo,Editar

O tempo arrebatado,Editar

Que o mesmo bronze gasta!Editar

Enrugaram-se as faces e perderamEditar

Seus olhos a viveza;Editar

Voltou-se o seu cabelo em branca neve;Editar

Já lhe treme a cabeça, a mão, o queixo,Editar

Nem tem uma belezaEditar

Das belezas que teve.Editar

Assim serei, minha Marília,Editar

Daqui a poucos anos,Editar

Que o ímpio tempo para todos corre.Editar

Os dentes caírão, e os meus cabelos.Editar

Ah! sentirei os danos,Editar

Que evita só quem morre.Editar

Mas sempre passarei uma velhiceEditar

Muito menos penosa.Editar

Não trrei a muleta carregada:Editar

Descansarei o já vergado corpoEditar

Na tua mão piedosa,Editar

Na tua mão nevada.Editar

As frias tardes, em que negra nuvemEditar

Os chuveiros não lance,Editar

Irei contigo ao prado florescente:Editar

Aqui me buscarás um sítio ameno,Editar

Onde os membros descanse,Editar

E ao brando Sol me aquente.Editar

Apenas me sentar, então, movendoEditar

Os olhos por aquelaEditar

Vistosa parte, que ficar fronteira,Editar

Apontando direi: Ali falamos,Editar

Ali, ó minha bela,Editar

Te vi a vez primeira.Editar

Verterão os meus olhos duas fontes,Editar

Nascidas de alegria;Editar

Farão teus olhos ternos outro tanto;Editar

Então darei, Marília, frios beijosEditar

Na tua mão formosa e piaEditar

Que me limpar o pranto.Editar

Assim irá, Marília, docementeEditar

Meu corpo suportandoEditar

Do tempo desumano a dura guerra.Editar

Contente morrerei, por ser MaríliaEditar

Quem, sentida, chorandoEditar

Meus braços olhos cerra.Editar

Análise da Lira XVIII:

Tomás A. G nas duas primeiras estrofes introduz na lira a descrição da velhice, do tempo que passa, os danos que faz, as consequências que cada um leva. É como se o tempo ao passar fosse levando tudo o que há de bom, a beleza, a juventude, a intensidade nos olhos, a energia.

Tomás, na terceira estrofe se redige à Marília, dizendo que o tempo para ele também não vai ser justo, não vai ficar impune dos estragos que este faz, danos que evita só quem morre cedo para não ver o tempo se arrastar e ir levando o que se preza. É importante lembrar que Tomás é muito mais velho que Marília, o que ele ressalta que chegará na velhice antes dela. Tomás faz uma alusão quanto a vida que viveu ( na verdade, seria o futuro que ele esperar alcançar, uma vida inteira, longa e feliz ao lado de sua, sua Marília) ao lado de Marília.

Porém com Tomás a velhice vai ser mais carinhosa, menos dolorosa, pois terá Marília como seu pilar, um suporte ao qual ele tem o prazer de recorrer. Não precisa de muletas, nem descansar o já envergado e gasto corpo numa cadeira fria, mas sim no leito de Marília. Nas tardes tranquilas, na sua morada com Marília irá Tomás relembrar a vida pura e apaixonada que viveu ao lado dela. Pois, apesar de o tempo levar o que se preza, o amor, grande e puro amor de Tomás por Marília permaneceu e ficou presente assim como nos todos outros anos passados.Então, apesar do tempo transcorrer, docemente suporta com prazer Tomás os danos que já tem e os danos que virão, pois tem Marília e não outra mulher, que fica ao seu lado e quem a ele o amor retribui. Uma morte feliz terá, por ser quem ele mais amou quem do seu lado ficou até o fim.


Rima na Lira:



Apenas me sentar, então, movendo A
Holman hunt shepherd 450x312
Editar

Os olhos por aquela BEditar

Vistosa parte, que ficar fronteira, CEditar

Apontando direi: Ali falamos, DEditar

Ali, ó minha bela, BEditar

Te vi a vez primeira. CEditar

Anna Letícia Teotônio Dias

Turma: 107



Marília de Dirceu - Lira VI, parte I - Análise da Lira e divisão das rimas


Oh! Quanto pode em nós a vária estrela! (A)

Que diversos que são os gênios nossos! (B)

Qual solta a branca vela, (A)

E afronta sobre o pinho os mares grossos; (B)

Qual cinge com a malha o peito duro, (C)

E, marchando na frente das coortes,

Faz a torre voar, cair o muro. (C)


O sórdido avarento em vão defende (A)

Que possa o filho entrar no seu tesouro: (B)

Aqui, fechado, estende (A)

Sobre a tábua, que verga, as barras de ouro. (B)

Sacode o jogador do copo os dados; (C)

E numa noite só, que ao sono rouba,

Perde o resto dos bens, do pai herdados. (C)


O que da voraz gula o vício adora, (A)

Da lauta mesa os seus prazeres fia; (B)

E o terno Alceste chora (A)

Ao som dos versos, a que o gênio guia. (B)

O sábio Galileu toma o compasso, (C)

E sem voar ao céu, calcula, e mede

Das estrelas e sol o imenso espaço. (C)


Enquanto pois, Marília, a vária gente (A)

Se deixa conduzir do próprio gosto, (B)

Passo as horas contente, (A)

Notando as graças do teu lindo rosto. (B)

Sem cansar-me a saber se o sol se move; (C)

Ou se a terra volteia, assim conheço

Aonde chega a mão do grande Jove. (C)


Noto, gentil Marília, os teus cabelos. (A)

E noto as faces jasmins e rosas; (B)

Noto os teus olhos belos, (A)

Os brancos dentes, e as feições mimosas; (B)

Quem faz uma obra tão perfeita e linda, (C)

Minha bela Marília, também pode

Fazer os céus e mais, se há mais ainda. (C)


Dirceu parece narrar um momento em que está navegando com sua tripulação embaixo de um céu estrelado, até que surge um castelo. A tripulação derruba o muro e enfrenta as coortes, invadindo o castelo. Nele, há um sórdido avarento defendendo e guardando o tesouro que deixou para o filho como herança. O tesouro é de tal grandeza que, sobre uma tábua, a faz vergar. O filho, no entanto, perde tudo o que herdou em jogos, deixando-se conduzir do próprio gosto. Sua gula e ambição, adoradas pelo seu vício, acabaram com o seu prazer e com a sua riqueza. Enquanto alguns, como o referido filho, se deixam conduzir pelo próprio gosto, pelos vícios e prazeres, Dirceu se ocupa apenas de observar e admirar a beleza de Marília: uma obra perfeita e linda.

Renata Aguiar M Silva - Turma 101



Lira XXXV,Parte II.Marília de Dirceu

Se lá te chegarem

Aos ternos ouvidos

Uns tristes gemidos,

Repara, Marília,

Verás que são meus.

Dirc
Ah! dá-lhes abrigo,

Marília, nos peitos;

Aqui os conserva

Em laços estreitos,

Unidos aos teus.


O vento ligeiro,

De ouvi-los movido,

Os pede a Cupido,

Que a todos apanha,

E lá tos vai pôr

Ah! não os desprezes,

Porque se conspira

O céu em meu dano,

E a glória me tira

De honrado pastor.


Têm estes suspiros

Motivo dobrado:

Perdi o meu gado;

Perdi, que mais vale,

O bem de te ver.

Se os não receberes,

Amante por ora,

Por serem de um triste,

Os deves, pastora,

Por honra acolher.


Virá, minha bela,

Virá uma idade,

Que, vista a verdade,

Gostosa me entregues

O teu coração.

Os crimes desonram,

Se são existentes;

Os ferros que oprimem

As mãos inocentes

Infames não são.


Chegando este dia,

Os braços daremos:

Então mandaremos

De gosto e ternura

Suspiros aos céus.

Pôr-me-ão no sepulcro

A honrosa inscrição:

“Se teve delito,

Só foi a paixão,

Que a todos faz réus.”


Ao longo desta lira é possível perceber o sofrimento e a angústia do personagem principal que no momento está preso e distante de sua amada. Na primeira estrofe Dirceu revela a Marília que está triste e sente a sua falta. Em seguida nota-se a aparição do Cupido, como em tantos outros trechos do livro, ocupa esta distância física entre os dois apaixonados. Ao longo das estrofes, percebe-se que toda a glória que Dirceu demonstrava ter na Parte I do livro ele já não tem mais, perdeu tudo o que tinha, e o que o restou é o amor de Marília, que não deve desprezá-lo e sim continuar do seu lado mesmo que em momentos difíceis,apoiando-o e aguardando o seu retorno.

É importante ressaltar nesta lira que, em momento algum, Dirceu perde as esperanças de uma vida melhor,ele acredita em sua inocência e planeja um futuro melhor ao lado de sua paixão. Segundo ele,se algum dia cometeu um crime só pode ter sido amar,e isso todo ser humano faz.



Rima na Lira

Se lá te chegarem A

Aos ternos ouvidos B

Uns tristes gemidos B

Repara, Marília, C

Verás, que são meus. D

Ah! dá-lhes abrigo, E

Marília, nos peitos; F

Aqui os conserva G

Em laços estreitos F

Unidos aos teus. D




Felipe Francisco Teixeira

Turma: 107


A lira XX de Marília de Dirceu e uma pequena análise:


Se existe um peito,

Que isento viva

Da chama ativa,

Que acende Amor;

Ah! Não habite

Neste montado, (Bosque de árvores que dão bolota, onde pascem os porcos)

Fuja apressado

Do vil traidor. (Cupido)



Corra, que o ímpio (cupido)

Aqui se esconde,

Não sei aonde;

Mas sei que o vi.

Traz novas setas,

Arco robusto;

Tremi de susto,

Em vão fugi. (Fugiu, mas o cupido já o havia acertado e ele se apaixonado por Marília)



Eu vou mostrar-vos,

Tristes mortais,

Quantos sinais

O ímpio tem. (Cupido)

Oh! Como pé justo

Que todo o humano

Um tal tirano (Cupido)

Conheça bem!



No corpo ainda

Menino existe; (Ainda tem aparência de menino)

Mas quem resiste

Ao braço seu?

Ao negro Inferno

Levou a guerra;

Venceu a terra,

Venceu o Céu.

(O cupido é muito poderoso)



Jamais se cobrem

Seus membros belos;

E os seus cabelos

Que lindos são!

Vendados olhos,

Que tudo alcançam,

E jamais lançam

A seta em vão.

(Cego que tudo vê na hora de mandar suas setas)



As suas faces

São cor de neve;

E a boca breve

Só risos tem.

Mas, ah! respira

Negros venenos,

Que nem ao menos,

Os olhos veem.



Aljava grande (Onde se guarda as setas)

Dependurada,

Sempre atacada

De bons farpões.

Fere com estas

Agudas lanças

Pombinhas mansas,

Bravos leões.

(O cupido é tão poderoso que a todos consegue atingir)



Se a seta falta,

Tem outra pronta,

Que a dura ponta

Jamais torceu.

Ninguém resiste

Aos golpes dela:

Marília bela

Foi quem lha deu.



Ah! Não sustente

Dura peleja

O que deseja

Ser vencedor.

Fuja, e não olhe,

Que só fugindo

De um rosto lindo

Se vence Amor.

(Dirceu fala para que fuja do amor e não tente vencê-lo)



A lira, ao mesmo tempo que fala com quem é isento do amor ainda, fala para as outras pessoas, como se Dirceu também quisesse que todos soubessem pelo que ele passa. Então, ele fala que se existe uma pessoa que não ame, que ela fuja do cupido, ele já foi acertado pelo cupido, o cupido nunca falha enunca perde, é invencível, então não tente vencê-lo, fuja dele apenas. Dirceu, nessa lira, como em todo o livro, porém mais evidente nessa lira, coloca o amor como um problema cuja solução é muito difícil de se encontrar.




Essa lira não é a XX, e sim, a X. Dirceu deixa claro que o amor não é uma coisa boa, como é relatado por todos, por isso ele aconselha àqueles que ainda não amam para "fugirem" do cupido, pois esse seria o único modo para que talvez fosse possível se livrar daquilo chamado amor . O autor disse que, assustado, fugiu, porém não conseguiu livrar-se do sentimento em questão, pois já estaria apaixonado por Marília. Tomás Antônio Gonzaga caracteriza esse "anjinho" como se fosse algo muito belo, falando de seus cabelos, corpo, sorriso e os instrumentos utilizados por ele para realizar sua função. Uma música que tem a letra relacionada com a Lira X é a música "Estúpido Cupido" de Celly Campello, porque ambos relatam que os personagens querem estar longe dos respectivos cupidos.

Maria Thereza Gabrich - turma 101


Marília de Dirceu- Parte II

Lira III

Sucede, marília bela,

À medonha noite o dia;

A estação chuvosa e fria

À quente, seca estação.

Muda-se a sorte dos tempos;

Só a minha sorte não?


Os troncoss nas primaveras,

Brotam em flores, viçosos;

Nos invernos escabrosos

Largam as folhas no chão.

Muda-se a sorte dos troncos;

Só a minha sorte não?


Aos brutos, Marília, cortam

Armadas redes os passos;

Rompem depois os seus laços,

Fogem da dura prisão.

Muda-se a sorte dos brutos;

Só a minha sorte não?


Nenhum dos homens conserva

Alegre sempre o seu rosto;

Depois das penas vem gosto,

Depois do gosto aflição.

Muda-se a sorte dos homens;

Só a minha sorte não?


Aos altos Deuses moveram

Soberbos gigantes guerra:

No mais alto o céu e a terra

Lhes tributa adoração.

Muda-lhes a sorte dos Deuses;

Só a minha sorte não?


Há-de, Marília, mudar-se

Do destino a inclemência:

Tenho por mim a inocência,

Tenho por mim a razão.

Muda-se a sorte de tudo;

Só a minha sorte não?


O tempo, ó bela, que gasta

Os troncos, pedras e o cobre,

O véu rompe, com que encobre

À verdade a vil traição.

Muda-se a sorte de tudo;

Só a minha sorte não?


Qual eu sou verá o mundo;

Mais me dará do que eu tinha,

Tornarei a ver-te minha:

Que feliz consolação!

Não há-de tudo mudar-se,

Só a minha sorte não!


Como em toda a obra de "Marília de Dirceu", observamos nesta lira a forte presença de aspectos da natureza e suas consecutivas mudanças, boas ou ruins, dependendo da perspectiva do autor. Além da natureza, épossível percebermos, ao longo da quinta estrofe, uma associação á guerra dos titãs.

Vemos a instabilidade das coisas, conciliado á solidão, sofrimento e angústia de Dirceu, por estar preso, longe de sua tão amada, Marília. Assim, utilizando alguns exemplos ele cita em todas as estrofes da lira o seguinte verso: "muda-se a sorte de tudo; Só a minha sorte não?" pois para ele, sua sorte mudaria quando voltasse á ver Marília.

Alessandra Moreira - Turma 101



Marília de Dirceu - Parte III

Lira IX

''Chegou-se o dia mais triste

que o dia da morte feia;

caí do trono, Dircéia,

do trono dos braços teus,

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Ímpio Fado, que não pôde

os doces laços quebrar-me,

por vingança quer levar-me

distante dos olhos teus.

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Parto, enfim, e vou sem ver-te,

que neste fatal instante

há de ser o teu semblante

mui funesto aos olhos meus.

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

E crês, Dircéia, que devem

ver meus olhos penduradas

tristes lágrimas salgadas

correrem dos olhos teus?

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

De teus olhos engraçados,

que puderam, piedosos,

de tristes em venturosos

converter os dias meus?

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Desses teus olhos divinos,

que, terno e sossegados,

enchem de flores os prados

enchem de luzes os céus?

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Destes teus olhos, enfim,

que domam tigres valentes,

que nem rígidas serpentes

resistem aos tiros seus?

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Da maneira que seriam

em não ver-te criminosos,

enquanto foram ditosos,

agora seriam réus.

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Parto, enfim, Dircéia bela,

rasgando os ares cinzentos;

virão nas asas dos ventos

buscar-te os suspiros meus.

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Talvez, Dircéia adorada,

que os duros fados me neguem

a glória de que eles cheguem

aos ternos ouvidos teus.

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

Mas se ditosos chegarem,

pois os solto a teu respeito,

dá-lhes abrigo no peito,

junta-os cos suspiros teus.

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!

E quando tornar a ver-te,

ajuntando rosto a rosto,

entre os que dermos de gosto,

restitui-me então os meus.

Ah! não posso, não, não posso

dizer-te, meu bem, adeus!


Nesta lira Dirceu demostra que nada pode fazer com que ele consiga esquece-la nem por um segundo, que nada vai apagar o que viveram e que ninguém quebrará os laços que construiram. Dirceu diz também que não vai vê-la antes da despedida pois não aguentaria ver a luz de seus dias com lágrimas nos olhos. E no final vemos a promessa que um dia eles se reencontrarão, mas enquanto isso ele pede que Marília guarde no peito as lembranças dele, assim como ele se lembrará sempre dela.

Gabriela Nakashima - 101

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