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Inconvenientes para o governo, mas necessários para Belo Horizonte.

 

 É claro que nós estudantes  e os funcionários da área da educação somos inconvenientes para o governo, que ironicamente ainda investe, ainda que pouco, em nós. Isso precisa mudar, se eles são nossos representantes, precisam fazer mais por nós.  Mas, nós somos como pedras nos sapatos dos governadores que querem nos manipular para obter o poder. Somos inconvenientes, porque através do estudo, adquirimos a capacidade de pensar, de julgar e querer mudar. A falta de investimentos na educação de qualidade é muito mais conveniente para o governo, assim eles poupam dinheiro e ainda exercem maior controle sobre a população ignorante, que se torna altamente manipulável. A população é visivelmente manipulada diariamente, das formas mais diversas, como a influência gerada através da música ( letras sem sentido, sem

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questionamentos entre outros), pela televisão, pela internet, que mesmo que tenha uma grande diversificação de conteúdo mesmo assim, os mais acessados e famosos são apenas aqueles que proporcionam diversão e lazer. Muito caracterísco também da nossa cultura, onde claramente estão mais marcados o carnaval e o futebol,  
Copa nojenta

Precisamos é de melhoria na educação!

onde geralmente a população está muito intretida com as festas e com a diversão, que não prestam atenção no que está acontecendo; aumenta-se o preço de praticamente tudo, desde alimentos á roupas e tarifas, contudo nada que incentive o conhecimento e a criação de pensamento crítico. Não é preciso ir muito longe para ver que é preciso investir na educação. Em Belo Horizonte, existem amarga o maior número de analfabetos entre as capitais do Sudeste: são 69.183 pessoas, quase 3% da população, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE ). “Ser analfabeto é como ser cego. Se você não sabe ler, não segue o próprio rumo. Vai ser uma bênção quando eu estiver lendo e escrevendo”, diz Joaquim Rodrigues Barbosa, de 49 anos. Vindo do Vale do Mucuri, o operador de guincho já perdeu muitas oportunidades de trabalho. “Quero ter mais liberdade e não precisar pedir nada a ninguém. As pessoas têm muito preconceito e poucas são de confiança”,diz ele.
Apesar da taxa de analfabetismo ser alta, Belo Horizonte conta com ótimos centros de ensino. Com 672 estabelecimentos de ensino fundamental, 587 estabelecimentos de ensino infantil, 251 escolas de nível médio e 49 instituições de nível superior, a rede de ensino da cidade é uma das mais extensas do país.  Ao total, são 639.352 matrículas e 153.284 docentes registrados. A cidade ainda conta com 55 instituições de ensino superior que oferecem 704 cursos/habilitações. Destacam-se importantes universidades públicas e privadas, muitas delas consideradas centros de referência em determinadas áreas. As instituições públicas de ensino superior sediadas em Belo Horizonte são: a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), a Escola de Governo da Fundação João Pinheiro e a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).

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    Entre as instituições privadas, destacam-se instituições como a  Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e a Fundação Dom Cabral.                                    

 A taxa de analfabetismo vêm diminuindo em Belo Horizonte, porém ainda faltam investimentos, para que esse número fique ainda menor, e para que todos tenham acesso à um ensino de qualidade. É preciso criar mais vagas nas escolas, pois muitos não têm a oportunidade de estudar nos considerados centros de referência por falta de vagas.

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Crianças-estudando
   É preciso melhoras em outros centros de ensino, deixando-os acessíveis à toda população que 

precisa, criando novas instituições e vagas. Os investimentos na educação são inconvenientes para o governo, mas necessários para a população de Belo Horizonte.

   É tambem necessaria a criação de projetos para incentivar os pais a colocarem seus filhos na escola desde cedo, como, por exemplo, nas creches.

O texto diz que "nos estudantes somos incovenientes para o governo". Se isso  fosse verdade então porque  o governo investiria 65 163 510 116,49 reais no Ministerio da Educação? O Ministério
da Educação foi o quarto ministério
que teve mais gastos, ficando atrás apenas dos ministérios da Fazenda, da Previdência Social e da Defesa. Acho que alguns conceitos deves ser revistos pois o Ministério da Educação gastou 13 829 935 131,50 de reais a mais do que no ano de 2012. Como 65 bilhões nao é pouco dinheiro, pode ser visto que o governo investe na educação.


De fato, aqui vemos o mesmo erro do texto 'Falta de investimento na educação', que diz que o governo investe pouco nisto. Como o comentário acima já disse, esse argumento é falho, há sim um investimento (e grande) em educação pelo governo brasileiro, de 5,6% do seu PIB, o que é mais do que países desenvolvidos, como EUA e Áustria, 5,1% do seu PIB. Acredito eu que o problema é como está sendo usado esse investimento (está escrito um pouco sobre isso no último parágrafo do texto 'Falta de investimento na educação').

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