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Por definição: "

Desemprego corresponde ao termo usado para indicar a parcela da força de trabalho que se encontra sem emprego.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a condição de desemprego inclui:

  • pessoas que não estão trabalhando;
  • pessoas que estão disponíveis para trabalhar;
  • pessoas que tomam alguma providência para conseguir trabalho." (Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Desemprego)

A palavra emprego tem dois grandes significados. Por um lado, refere-se à acção e ao efeito de empregar. Este verbo significa ocupar alguém (na medida em que lhe é oferecido um posto de trabalho e delegadas determinadas responsabilidades), gastar dinheiro numa compra ou, simplesmente, usar algo.(Fontes: Conceito de emprego - O que é, Definição e Significado http://conceito.de/emprego#ixzz2yVgOVQs3)

Em novembro, a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Fundação João Pinheiro , pelo Dieese, pela Sedese-MG  e a Fundação Seade, registrou que a taxa de desemprego total  aumentou ligeiramente ao passar de 7,2%, em outubro, para os atuais  7,5% da População Economicamente Ativa (PEA). Segundo a pesquisa, houve estabilidade na taxa de desemprego oculto  (1,6%) e aumento na taxa de desemprego aberto, que passou de 5,6%  para 5,9%. O número de pessoas economicamente ativas permaneceu  relativamente estável (-0,2%) e o número de ocupados diminuiu  (13 mil ou 0,6%), o que resultou em aumento do número de desempregados (7 mil ou 4,0).

A taxa de participação, que se refere à proporção de pessoas com dez anos ou mais de idade inseridas no mercado de trabalho, apresentou ligeira variação negativa, ao passar de 57,5% para 57,3%, no período em análise.  O tempo médio de procura por trabalho despendido pelos desempregados foi de 41 semanas, quatro a mais em relação ao mês anterior.   
Desemprego aumenta

Em novembro, o número de ocupados na região metropolitana diminuiu em relação ao mês anterior (0,6%) e foi estimado em 2.257 mil trabalhadores. Foi registrada retração no setor de serviços (30 mil), relativa estabilidade no comércio (-2 mil) e no agregado “outros setores” (-1 mil) e aumento do número de ocupações na indústria (14 mil) e na construção civil (6 mil).  

Desemprego 3

Segundo a forma de contratação, a diminuição do total de assalariados (7 mil) foi reflexo principalmente da redução do emprego público (6 mil), já que o setor privado apresentou relativa estabilidade (-1 mil postos de trabalho). O comportamento no setor privado resultou do crescimento do número de postos de trabalho assalariados com carteira assinada (20 mil) e do decréscimo entre aqueles sem registro em carteira (21 mil). Reduziu-se o número de autônomos (7 mil) e permaneceu realtivamente estável o número de ocupados classificados nas “demais posições ocupacionais” (-1 mil). Foi registrado pequeno aumento no contingente de empregados domésticos (2 mil). O rendimento real médio dos ocupados foi estimado em R$ 1.365, em outubro de 2010, o que representou redução de 1,5% em relação ao mês anterior. O salário real médio diminuiu 3,0%, sendo estimado em R$ 1.356. O rendimento dos autônomos diminuiu 3,5% e foi estimado em R$ 1.145. No setor privado, observou-se aumento do salário médio no setor de serviços (2,0%), e redução nos salários médios da indústria (2,9%) e do comércio (4,8%).  Entre setembro e outubro de 2010, a massa de rendimento real dos ocupados diminuiu 1,3%, e a massa de rendimentos dos assalariados apresentou decréscimo de 1,9%. Ambas refletindo a redução do rendimento que não foi compensada pelo aumento do nível de ocupação.                                                                

Nos últimos 12 meses, a redução do contingente de desempregados em 66 mil pessoas, foi resultado da saída de 101 mil pessoas do mercado de trabalho da região, já que o número de ocupações reduziu-se em 35 mil. A taxa de participação decresceu de 60,5% para os atuais 57,3% da PIA. A taxa de desemprego total na RMBH retraiu-se de 9,8%, em novembro de 2009, para os atuais 7,5%. Tal comportamento resultou da redução na taxa de desemprego aberto (de 7,4% para 5,9%) e da taxa de desemprego oculto (de 2,4% para 1,6%). Na capital, a taxa de desemprego total diminuiu em relação a novembro de 2009, ao passar de 8,6% para 6,7% e, nos demais municípios da RMBH, a redução foi de 11,5% para 8,6%, no período em análise.                                                                                                                                                Entre novembro de 2009 e 2010, o tempo médio despendido pelos desempregados na procura por trabalho diminuiu de 46 para 41 semanas. Nesse período, o nível ocupacional reduziu-se em 1,5%. Nos serviços, houve retração de 74 mil postos de trabalho (5,6%) e na construção civil, de 3 mil (1,6%). Houve acréscimo na indústria, com geração de 29 mil novos postos de trabalho (9,6%) e no comércio, com 13 mil (4,0%). No agregado de “outros setores” o nível ocupacional manteve-se estável. Segundo posição na ocupação, a redução do assalariamento total (20 mil, ou 1,3%), resultou da redução no número de assalariados do setor público (21 mil, ou 6,5%), já que no setor privado houve relativa estabilidade (1 mil, ou 0,1%). Essa estabilidade resulta da elevação do número de assalariados com carteira de trabalho assinada (53 mil, ou 4,9%) que foi compensada pela redução do contingente de assalariados que não a possuíam (52 mil, ou 28,4%). Retraíram-se os contingentes de autônomos (15 mil, ou 3,6%) e dos ocupados nas “demais posições” (2 mil, ou 1,4%). Houve aumento do número de postos de trabalho entre os empregados domésticos (2 mil, ou 1,3%) .                                                                                                             Entre outubro de 2009 e outubro de 2010, o rendimento real médio dos ocupados elevou-se em 4,2% e passou de R$ 1.310 para R$ 1.365. O salário real médio cresceu 2,7% e passou de R$ 1.321 para R$ 1.356. No setor privado, o crescimento do salário médio em 7,4%, foi resultado dos aumentos de 9,3% no comércio e de 8,1% nos serviços, suficientes para superar a redução de 2,2% no salário médio da indústria. Entre os assalariados com carteira assinada, o salário médio aumentou 7,8% e, entre os sem registro em carteira, diminuiu 4,4%. Entre os autônomos, o rendimento médio aumentou 2,4%, no período sob análise. Ainda nesse período, a massa de rendimentos dos ocupados cresceu 3,7%, principalmente pelo crescimento do rendimento real, já que o nível de ocupação permaneceu relativamente estável. A massa de salários cresceu 3,8%, resultado de aumentos do salário real e do nível de emprego.

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A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-RMBH), referente ao mês de maio de 2013, apontou que a taxa de desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) registrou pequeno acréscimo ao passar dos 7,1% para 7,4% da População Economicamente Ativa (PEA). A PED, realizada mensalmente pela Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), em parceria com a Fundação João Pinheiro, Dieese e Fundação Seade, verificou também pequeno aumento nos contingentes de ocupados (6 mil) e de pessoas a procura de trabalho (15 mil), o que resultou no crescimento do número de desempregados (9 mil) na RMBH.

Segundo a pesquisa, o tempo médio de procura por trabalho despendido pelos desempregados foi de 22 semanas, duas a mais em relação ao mês anterior.

A taxa de participação, que se refere à proporção de pessoas com dez anos e mais de idade inseridas no mercado de trabalho, passou de 57,3% em abril, para 57,6%. Segundo a pesquisa, houve aumento no número de ocupados de 0,3% em relação ao mês anterior, totalizando 2.272 mil trabalhadores.

De acordo com o setor da economia, houve acréscimo no setor de serviços (12 mil ou 0,9%), estabilidade no comércio e reparação de veículos (1 mil, ou 0,2%) e na construção (1 mil, ou 0,5%). Já na Indústria de transformação, foi registrada redução de 6 mil trabalhadores, ou 1,9%.

O número de postos de trabalho entre os assalariados também apresentou estabilidade (+2 mil), como resultado da redução no setor privado (4 mil), compensado pelo acréscimo no setor público (6 mil). O número de assalariados com registro em carteira permaneceu estável e os com registro apresentou queda (4mil).

No comparativo entre as posições na ocupação, aumentou o contingente de autô

nomos (3 mil) e de ocupados classificados nas “demais posições ocupacionais” (3 mil) e houve ligeira redução do emprego doméstico (2 mil).

Para o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Zé Silva, o momento é de investir na qualificação profissional, especialmente dos jovens mineiros, para garantir o preenchimento das vagas abertas no mercado. “Nosso foco é oferecer, cada vez mais, trabalhadores capacitados ao mercado de trabalho e firmar parcerias para ampliar a oferta de vagas e a qualidade dos empregos ofertados. Temos conseguido manter uma relativa estabilidade na taxa de desemprego da RMBH, mas queremos baixar ainda mais esses percentuais”, afirma.

2012 x 2013

Na comparação entre os meses de maio de 2012 e de 2013, a taxa de desemprego total na RMBH aumentou de 5% para os atuais 7,4%. Nesse período, o nível ocupacional aumentou 1,5%. Nos setores de atividade econômica, foram registrados acréscimos de postos de trabalho nos serviços (11 mil, ou 0,8%), na construção (23 mil, ou 12,5%) e no comércio e reparação de veículos (6 mil, ou 1,5%), enquanto houve redução no contingente de ocupados na indústria de transformação (2 mil, ou 0,7%).

Rendimentos

Entre abril de 2012 e abril de 2013, o rendimento real médio dos ocupados aumentou 9,9%, passando de R$ 1.484 para R$ 1.631. O salário real médio também cresceu (11,4%), ao passar de R$ 1.443 para R$ 1.607.

Avaliação metropolitana – Nos últimos 12 meses, o nível de ocupação aumentou em Fortaleza (2,1%), Belo Horizonte (1,5%), Distrito Federal (1,5%), Recife (1,3%) e Porto Alegre (1,0%) e diminuiu em Salvador (-0,9%) e São Paulo (-0,5%).

O rendimento médio real dos ocupados aumentou em Belo Horizonte (9,9%) e Porto Alegre (1,8%), diminuiu no Distrito Federal (-5,4%), Fortaleza (-2,1%), Recife (-0,9%) e São Paulo (-0,6%) e manteve-se praticamente estável em Salvador (0,2%).

Atuação Sine-MG : Mais de 4,5 mil trabalhadores são colocados em maio

As unidades de atendimento ao trabalhador do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Minas Gerais colocaram no mercado de trabalho, no mês de maio, 4.586 trabalhadores mineiros.  Nas 134 unidades, no período, foram captadas 14.433 vagas, inscritos 28.510 trabalhadores no Sistema Mais Emprego, emitidas 22.610 Carteiras de Trabalho e 62.757 habilitações do seguro-desemprego.

O que é 

O desemprego ocorre quando um trabalhador é demitido ou entra no mercado de trabalho (está a procura de emprego) e não consegue uma vaga de trabalho. É uma situação difícil para o trabalhador, pois gera problemas financeiros e, em muitos casos, problemas psicológicos (depressão, ansiedade, etc.) no trabalhador e em sua família.

Principais causas do desemprego

Baixa qualificação do trabalhador: muitas vezes há emprego para a vaga que o trabalhador está procurando, porém o mesmo não possui formação adequada para exercer aquela função;

Substituição de mão de obra por máquinas: nas últimas décadas, muitas vagas de empregos foram fechadas, pois muitas indústrias passaram a usar máquinas na linha de produção. No setor bancário, por exemplo, o uso de caixas eletrônicos e desenvolvimento do sistema bankline também gerou o fechamento de milhares de vagas;

Crise econômica: quando um país passa por uma crise econômica, o consumo de bens e serviços tende a diminuir. Muitas empresas demitem funcionários como forma de diminuir custos para enf

rentar a crise.

Custo elevado (impostos e outros encargos) para as empresas contratarem com carteira assinada: este caso é típico do Brasil, pois os custos de contratação de empregados são muito elevados. Muitas empresas optam por aumentar as horas extras de seus funcionários a contratar mais mão de obra ;

Fatores Climáticos: chuvas em excesso, secas prolongadas, geadas e outros fatores climáticos podem gerar grandes perdas 

financeiras no campo. Muitos empresários do setor agrícola costumam demitir trabalhadores rurais para enfrentarem situações deste tipo.

Você sabia? - Pleno Emprego ocorre quando em um país ou região todos os trabalhadores em situação de 

trabalho encontram-se empregados. Ou seja, o mercado de trabalho está em nível de equilíbrio. É uma situação extremamente favorável para a economia de um país.

- Segundo o IBGE, no mês de dezembro de 2013, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 4,3%. 

- A taxa de desemprego de dezembro de 2013 foi a menor desde março de 2002.

- A taxa de desemprego média anual de 2013 ficou em 

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5,4%, a menor desde 2003.

Muitos trabalhadores têm dúvida sobre quais são os direitos trabalhistas garantidos na hora da demissão. A dúvida se inicia naquilo que o trabalhador tem direito a receber na hora da rescisão contratual e se estende até o direito ou não ao benefício do seguro-desemprego.

A rescisão contratual pode ocorrer a pedido do trabalhador ou por iniciativa do empregador e ocorre de várias formas, com direitos trabalhistas diferenciados.

O primeiro modo é a dispensa sem justa causa que ocorre quando o empregador demite o funcionário, mas não apresenta uma justificativa,neste caso, o trabalhador terá direito ao aviso prévio, o saldo de salário, a indenização das férias integrais (não gozadas e proporcionais, acrescidas do terço constitucional), a gratificação natalina proporcional (13º salário proporcional), a indenização compensatória de 40% dos depósitos do FGTS e o levantamento do saldo existente na conta vinculada do FGTS. Além disso, ele também recebe as guias de seguro-desemprego e a indenização adicional no valor de um salário mensal, quando dispensado nos 30 dias que antecedem a data-base de sua categoria, de acordo com os termos da Lei n. 7.238/84.

Já o trabalhador que for dispensando por justa causa, ou seja, com uma das justificativas previstas nas hipóteses legais de falta grave do art. 482 da CLT, receberá apenas o saldo de salário e a indenização das férias

 não gozadas, acrescidas do terço constitucional. Se optar por pedir demissão, o empregado tem o direito de receber o saldo de salário, a indenização das férias integrais não gozadas e proporcionais, acrescidas do terço constitucional (mesmo que o empregado ainda não tenha completado um ano na empresa) e a gratificação natalina proporcional (13º salário proporcional).

No caso de falência da empresa, ocorre o término dos contratos de trabalhos e o trabalhador tem os mesmos direitos que o do dispensado sem justa causa, conforme prevê o art. 449 da CLT. As reclamações trabalhistas, neste

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 caso, serão processadas e julgadas pela Justiça do Trabalho. É importante observar que após a decre

tação da falência da empresa, esta não se sujeita às penalidades por atraso no pagamento das verbas rescisórias, previstas no art. 467 e no art. 477 da CLT.

VERBAS RESCISÓRIASEditar

Em relação aos prazos para o pagamento das verbas rescisórias, há uma diferença se o aviso prévio for trabalhado ou indenizado. Se for trabalhado, as verbas rescisórias deverão ser quitadas até o 1º dia útil imediato ao término do contrato. Se o aviso não for trabalhado, as verbas rescisórias deverão ser quitadas até o 10º dia, contado da data da notificação da dispensa.

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