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Gregório de Matos

Gregório de Matos foi um poeta colonial brasileiro. Nasceu em 7 de abril de 1633, em Salvador. E morreu em Recife em 1696.

Gregório de Matos tinha um espírito crítico, zombava dos políticos, do clero e dos trabalhadores. Ele se expressava atravéz de seus poemas, usando palavras de baixo calão e erotismo.Ele escreveu poesia lírica, sátira e religiosa. Nas poesias sátiras, o autor usou o vocabulário popular e falava sobre a vida popular, cotidiana e política.

Segue o poema abaixo com explicações

A cada canto um grande conselheiro, Quer nos governar cabana e vinha, * Não sabem governar sua cozinha, E podem governar o mundo inteiro.

Em cada porta um freqüente olheiro, Que a vida do vizinho, e da vizinha Pesquisa, escuta, espreita e esquadrinha, Para a levar à Praça e ao Terreiro.

Muitos mulatos desavergonhados Trazidos pelos pés os homens nobres, Posta nas palmas toda a picardia.*

Estupendas usuras* nos mercados, Todos os que não furtam muito pobres: E eis aqui a cidade da Bahia.

Neste soneto Gregório de Matos dirigi a crítica não só aos políticos, mas a aristocrácia colonial Baiana. Já na segunda estrofe ele se dirigi a população ( negros, indios ...), ele os descreve como irracionais. E também cita as fofocas e briguinhas, feitas palo povo.

Na terceira estrofe Gragório de Matos diz que os mulatos( eram filhos dos senhores brancos com as escravas) carregam cicatrizes de seus antepassados. No final de tudo, ele quiz dizer que os mulatos e os brancos são trazidos pelos pés, pois nenhum deles são nobres.

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