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Como surge "perante a falta de aprendizagem. Por isso, nos países que contam com programas de escolarização obrigatória, o analfabetismo é minoritário, mesmo para além do fato de que a compreensão de leitura das pessoas possa ser deficiente.Editar

Nestes casos, pode-se falar de analfabetismo funcional, isto é, a incapacidade para compreender as idéias explícitas e implícitas de um texto e emitir um juízo crítico sobre as mesmas. Ou seja, o analfabeto funcional consegue pronunciar e decodificar as palavras escritas, mas é incapaz de as aplicar na prática nem de as compreender."Editar

''Por outro lado, nos últimos anos, tem-se vindo a desenvolver o conceito de analfabetismo digital, que se refere às pessoas que não possuem os conhecimentos necessários para interagir com as novas tecnologias (como é o caso da Internet)." (Fonte) Conceito de analfabetismo - O que é, Definição e Significado http://conceito.de/analfabetismo#ixzz2yPaKyPeA====

De acordo com o site terra no Brasil  existem 12,9 milhões, que corresponde a 8,6% da papulação brasileira, de adolescente de 15 anos ou mais analfabetos, de acordo com dados do 11° Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Entre os anos de 2000 e 2001, essa taxa caiu 1%. O número de adultos analfabetos em 2011 era de 774 milhões. Conforme o documento publicadoEditar

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pela agência ONU,  dez países, entre eles: Brasil , Índia, China e Etiópia, respondem por 72% da população mundial analfabeta. O Brasil ocupa a oitava posição no ranking.Editar

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O analfabetismo em Belo Horizonte


Viver em um mundo onde a escrita é a base de tudo sem entendê-la é como viver na escuridão, sempre dependendo de ajuda em fatos do cotidiano que deveriam ser fáceis, mas se tornam um quebra-cabeça pelo simples uso das palavras. A falta de acesso à educação influência negativamente em todos os aspectos na vida de uma pessoa, seja na sua relação social quanto no seu crescimento profissional e pessoal.


   Se um analfabeto não consegue sequer preencher um cheque e assinar seu próprio nome, provavelmente, não conseguirá um emprego de qualidade que o permita crescer economicamente e melhorar suas condições de vida.


   Belo Horizonte, a 5° cidade com maior PIB entre os municípios brasileiros (estando atrás apenas de, respectivamente, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba) , apresenta o pior índice de analfabetos entre as capitais do Sudeste: 69.183 pessoas, quase 3% da população.


   Nota-se que o analfabetismo vem diminuindo nos últimos 30 anos, já que o governo está dando mais atenção à educação e voltando parte de sua riqueza a ela. Se o ritmo dos investimentos em educação de adultos e jovens continuar o mesmo da última década, Belo Horizonte levará aproximadamente 20 anos para praticamente "desaparecer" com sua taxa de analfabetismo.


   A Secretaria Municipal de Educação (SMED) está adotando uma política de atendimento a jovens e adultos que não terminaram os estudos, com objetivo de diminuir o número de analfabetos na cidade. Esse programa, chamado Programa BH sem Analfabetos, está atuando nas modalidades:


• EJA nas escolas - em 43 escolas da RME. 


Ensino Fundamental Noturno – ofertado em 53 escolas municipais. 


EJA/BH – funciona em vários espaços da cidade em turmas distribuídas nas nove regionais da cidade. Mais de quatorze mil pessoas, maiores de 14 anos, são atendidas na Educação de Jovens e Adultos (EJA), em 43 escolas da Rede Municipal de Educação. Outros 18.176 alunos estudam no projeto de Ensino Fundamental Noturno.


   A vice-diretora do Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação da Prefeitura de Belo Horizonte e responsável pelo EJA na capital, Eunice Margareth Coelho, afirma que uma maneira de combate ao analfabetismo é expandir os espaços educativos, fazendo parcerias com locais comunitários: igrejas, associações e etc.  Seu sonho, é que um dia o país não precise mais do programa de educação tardia. “Abrimos turmas todos os meses e recebemos matrícula em qualquer época do ano, vamos atrás dos analfabetos. Precisamos diversificar o programa de tal forma que todos os jovens e adultos que não tiveram acesso à educação sejam incluídos. Se universalizamos o ensino fundamental, podemos erradicar o analfabetismo”, diz a educadora. Para ela, o letramento é a primeira condição
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para a inclusão social. “Num mundo globalizado, não ter acesso a um código primário é estar impedido de ter vida social. O analfabetismo é uma variável socioeconômica que produz grande desvantagem no acesso a serviços e direitos.”


   Júlia Silva, alfabetizadora do EJA há 12 anos, já ajudou muitos a subir na escala social e defende a idéia de que a alfabetização fortalece a cidadania. "Tive alunos que não noção do seu contracheque, não entendiam os descontos, as horas extras. Chegavam de cabeça baixa. A partir do momento que adquirem a escrita e a

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leitura, eles passam a conversar olhando no olho, começam a opiniar. Deixam de ser indivíduos para ser cidadãos". Esse exemplo, deixa explícito o quanto a educação passa confiança a uma pessoa, e a torna capaz de resolver seus próprios problemas e crescer, ou seja, a educação lhe dá a oportunidade de enfim, usufruir de seus direitos. 

Veja o indicador da taxa de analfabetismo em BH, e sua comparação com outras capitais.

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