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Aluna: Jéssica Soares Martins - Turma: 103 - Curso: Análises Clínicas

No trabalho Variações Linguísticas, os alunos tiveram que entrevistar pessoas de diferentes idades sobre um determinado tema, o objetivo desta entrevista era observar as variações linguísticas que ocorriam entre as pessoas, observando também, além da diferença de idade, sua classe social, profissão e até onde esses fatores influenciam no falar das pessoas.

Ao fazer a entrevista percebemos o grau de "policiamento" que as pessoas tiveram ao responderem as perguntas, logo os jovens responderam mais coloquialmente, às vezes usando gírias. As respostas dos adultos foram as que mais se aproximaram do formal e os de pessoas mais velhas, com 50 anos ou mais, se aproximavam mais de uma forma que nos lembra as regiões do interior.

-Mas o fator idade não era o único grupo de variação, as diferentes profissões interferiram, logo profissões que exigem um nível de escolaridade maior faz com que seus profissionais adotem uma postura e um vocabulário formal e isso conseguimos ver na entrevista realizada.

-Em relação ao próprio falar da pessoa percebemos várias diferenças, como o de trocar o R pelo L, a ausência de concordância verbal e a própria característica dos mineiros de trocar o "NDO" por "NO", um exemplo: cantando vira cantano.

-Palavras que só existem na linguagem informal também foram utilizadas por muitos, como "né" e o "aí".

-É notório também, as repetições de palavras ao longo de suas falas.

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Com esse trabalho, percebemos que as variações linguísticas não são erros da fala, mas sim diferenças e que elas existem por diversos fatores, os que mais se destacaram ao longo das entrevistas foi a idade, mas se tivéssemos entrevistado pessoas de todas as regiões do Brasil, notaríamos que as regiões também influenciam, e muito, no falar das pessoas.

Na variação linguística ainda temos as gírias, que pertencem ao vocabulário específico de alguns grupos e é mais utilizada por jovens e adolescentes. A escolaridade também influencia no modo de falar, pessoas que tem um maior grau de escolaridade usam menos gírias do que uma pessoa que possui um baixo grau de escolaridade. E temos também o jargão que é o modo específico de um grupo, geralmente ligado à profissão. Exemplo: o jargão dos médicos e dos especialistas em informática.

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Muitas pessoas podem falar português, mas nem todas falam de forma semelhante.

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A fala muda conforme as situações!

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O português falado no Brasil sobre influência de vários modos de falar.

                          

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