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A violência está fora do controle. A notícia de que alguém foi assaltado em Belo Horizonte é cada vez mais comum, basta você olhar nos jornais para ver estampada alguma coisa. Já há algum tempo, a violência na cidade vem aumentando gradativamente, trazendo o medo generalizado na capital, pois a cada 19 minutos uma pessoa é assaltada em Belo Horizonte segundo o IBGE e essa marca é a maior desde 2006.

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Com isso, vem gerando medo e sensação de prisão domiciliar. Várias famílias estão mudando suas rotinas, evitam sair de casa e investem cada vez mais em segurança, porque violência não é apenas quando "vem alguém e te rouba", mas é a perca da liberdade que você tinha e agora não tem mais. A partir do momento quando a pessoa começa a policiar seus hábitos, com medo de que haja algum inconveniente provido de alguma forma de violência, há perda de liberdade.

Andar na rua à noite tranquilamente, e até mesmo no centro da cidade, sem ter que ser constantemente filmado em todo lugar ou estabelecimento que frequente, entrar em uma loja sem se preocupar se te irão vigiar, se sentir seguro sem precisar morar em um condomínio fechado ou ter ronda de viatura de polícia todas as noites. Estes são hábitos que vem sofrendo influência direta da violência no dia a dia.

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Infelizmente muitos inocences são mortos por causa da violência, até mesmo em escolas!

O Governo de Minas está tomando a primeira mais óbvia e simples medida para garantir a segurança do cidadão, colocando policiamento ostensivo, ou seja, mais policiais nas ruas e investindo em mais tecnologia para combater a violência em Belo Horizonte e nas grande capitais. Com isso serão 1,2 mil novos agentes nas ruas e 1594 automóveis, e a Policía Civil, 182 a mais para as policias. "Todas as medidas têm a mesma meta: tornar mais rápida e atividade policial, para termos mais efetivo nas ruas", segundo o governador Anastasia. 

A proposta sugerida por Anastasia é a diminuição de policiais em gaminetes, o aumento de policiais militares nas ruas, o investimento em tecnologia, a redução da burocracia facilitando a investigação em diversas situações. Essas medidas tem o intuito de frear o avanço da criminalidade e aumentar a sensação de segurança da população, especialemente da região metropolitana de Belo Horizonte.

O governador afirmou que o estado trabalha com dois indicadores sobre a violência: dados estatísticos e a sensação subjetiva de segurança. "O objetivo é melhorar os dois. Não só reduzir a violência estatiscamente comprovada, mas também, e tão importante quanto, permitir que as pessoas tenham uma melhor sensação de segurança. Para isso, determinei às polícias o maior efetivo possível nas ruas", disse.

O governador afirmou que o estado trabalha com dois indicadores sobre violência: dados estatísticos e a sensação subjetiva de segurança. “O objetivo é melhorar os dois. Não só reduzir a violência estatisticamente comprovada, mas também, e tão importante quanto, permitir que as pessoas tenham melhorada a sensação de segurança. Para isso, determinei às polícias o maior efetivo possível nas ruas”, disse. 

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A violência está aumentando, mas isso não pode continuar!

 
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Belo Horizonte é a segunda capital mais violenta da região Sudeste e não conseguiu reduzir os índices de assassinato nos últimos dez anos, de acordo com o levantamento do Instituto Sangari, de São Paulo, com base nos dados fornecidos pelo Ministério da Saúde. A capital apresentou, em 2010, 34,9 homicídios para cada 100 mil habitantes – em 2000, era 34,8.

A cidade está com mais de oito pontos acima da média nacional, que é de 26,7 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em Minas o mapa da violência também dados alarmante na ultima década, como crescimento de 72% no número absoluto de homicídios no Estado, embora no período entre 2004 e 2010 tenha apresentado uma tendência de queda de 20% nas ocorrências. O principal fator do declínio foram os baixos índices da região metropolitana de Belo Horizonte. Em contrapartida, nos municípios do interior, as taxas continuaram a subir.  Apenas entre 2004 e 2010, houve um crescimento de 17,3%. Em 2004, 485 dos 853 municipios mineiros – 57% - não tiveram registro de homicídios. Em 2010, esse numero caiu para 446. Em relação a interiorização dos homicídios, a Seds destaca que, “infelizmente”, trata-se de um fenômeno nacional.

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