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Charge ironizando a violencia nas escolas

De acordo com o levantamento feito pelo Estado de Minas sobre a violência em 29 cidades com mais de 100 mil habitantes, BH concentra 32 % do total de ocorrências. Com 96 crimes contra o corpo docente. Somam-se 32 registros de agressão, 15 de lesão corporal , 9 de roubo , um estupro e 399 incluídos na categoria “outras infrações contra a pessoa" . Houve também três registros de porte ilegal de armas de fogo , sete de tráfico de drogas , 10 de pichações e 11 de pessoas usarias de algum tipo de droga. A violência nas escolas das grandes capitais estão elevando cada vez mais o indice e o temor dos provaveis professores formandos. Antes rondava professores, diretores e funcionários de instituições de ensino, pulou o muro e se espalhou pela vizinhança, traduzindo-se em arrombamentos, assaltos e agressões, além de tráfico e uso de drogas diante das moradias.

Essa violência, surge a partir das influências que a criança ou adolescente recebem pelos familiares e amigos, além do meio onde morram. Para diminuir as ocorrências desses casos é preciso mudar a educação em casa, com a família, em vez de encaminhar a criança para um piscicólogo ou chamar a polícia (que é de fato o que aconteçe em algumas escola da nossa rede, principalmente pública de BH) , fazendo reuniões com os pais, conversando com os alunos para poder mostrar corretamente o certo e o errado, para que saibam que o respeito é excencial para que possa crescer ideológicamente e pessoalmente.

 " Coibir ou reduzir as agressões a alunos, funcionários e professores, brigas, vandalismo e outras ocorrências nas escolas de BH é o objetivo de três projetos de lei que tramitam em 1º turno na Casa. Também protocolado em dezembro por Jorge Santos (PRB), o PL 888/13 propõe a criação da monitoria de mediação de conflitos nas escolas da rede municipal de ensino, a ser implantada e fiscalizada pelas secretarias vinculadas ao Plano Municipal de Segurança Escolar, com implantação prevista no BH Metas para o ano corrente. Os monitores, designados pela diretoria das instituições, passarão por treinamento prévio e serão acompanhados pelo conselho de classe.

Apresentado por Elaine Matozinhos (PTB), o PL 446/13 institui no município a Campanha de Valorização do Professor e Combate à Violência no Ambiente Escolar, a ser divulgada por meio de mensagens, manifestações e eventos que busquem resgatar o respeito pelo professor e o repúdio pela violência dentro das escolas.
Já o PL 886/13, do Delegado Edson Moreira (PTN), prevê a criação da "Área Escolar de Segurança" em torno dos estabelecimentos de ensino, devidamente sinalizada, no interior da qual serão intensificados os serviços de fiscalização do comércio, terrenos baldios ou imóveis abandonados, iluminação e poda de árvores, manutenção de vias e calçadas, entre outras medidas " 
Pode-se ver que há uma preocupação com a violência em nossas escolas, mas, por que é necessario a criação de leis para que os alguns de muitos problemas sejam resolvidos?, será que essa situação chegou ao ponto de que apenas uma conversa com os estudantes seja o suficiente? 
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O texto completo publicado pode ser lido no link a seguir:


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